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Ọ̀ṣọ́ọ̀sí

 

Ọ̀ṣọ́ọ̀sí é o Òrìṣà da caça, mas também da agricultura.

Por Gill Sampaio Ominirò

 

Ele é, sem dúvida, um dos Òrìṣà mais queridos do Brasil. É um ícone no candomblé, na umbanda e em diversas religiões afro-brasileiras. E quais seriam as explicações para essa popularidade e afeição do povo brasileiro para com este Ọdẹ? São diversas e, na opinião deste autor, se perfazem numa conjunção de fatores históricos e sociais. Vejam:

 

A chegada de Ọ̀ṣọ́ọ̀sí no Brasil

 

O primeiro fator para a popularidade deste Òrìṣà se deve ao poder que aqui ele recebeu. Esta História remonta à formação do culto dos Òrìṣà no Brasil como religião. No Candomblé, Ọ̀ṣọ́ọ̀sí é o onílẹ̀ (senhor da Terra), e este título atravessou o Atlântico, tendo em vista que em território Ketu, hoje situado na República do Benin, ele era o patrono da mais importante família real local, a Aro, e lá sustentava o mesmo título. Vale dizer que foi o nome desta família que deu origem à famosa saudação a este Òrìṣà: Òkè Aro!, literalmente, “Oh Grande Aro!”. Pois bem, através do caminho (qualidade) Ọdẹ Ọni Pòpò (Caçador Rei dos Pòpò), que Ọ̀ṣọ́ọ̀sí se tornou a primeira divindade yorubá a receber culto no Brasil, no bairro da Barroquinha, Salvador-BA. O fato se deu em meados do Século XVIII e sob a tutela de Ìyá Adetá, sacerdotisa yorubá, da família Aro, a qual teria iniciado o culto a esta divindade em terras brasileiras. É certo que o culto deste Ọdẹ precedeu o de Intilẹ̀, mas foi seu contemporâneo na formação do Ilé Àṣẹ Ìyá Omi Àirá Intilẹ̀, primeira organização de culto aos Òrìṣà sedimentado no Brasil.

 

 Mapa que demonstra a proximidade entre as cidades de Kétu e Savè de onde vieram os cultos de Ọdẹ Ọni Pòpò e Àirá Intilẹ̀, respectivamente.

  

Portanto, a proeminência de Ọdẹ Ọni Pòpò como o onílẹ̀ do Brasil garantiu a Ọ̀ṣọ́ọ̀sí status de Òrìṣà Rei, fomentando de forma inequívoca sua importância e grandiosidade para a sociedade de escravizados e libertos que prestavam cultos aos Òrìṣà. Ọ̀ṣọ́ọ̀sí dividia este reinado com Àirá à época da formação do candomblé e mais tarde (perdurando até os dias atuais), com Ṣàngó.

 

 Terreiro da Casa Branca, na qual Ọ̀ṣọ́ọ̀sí é o onílẹ̀.

  

Caboclo Oxóssi?

 

Outra razão para a popularidade de Ọ̀ṣọ́ọ̀sí diz respeito a um sincretismo, mas nem por isso se faz contradição. Ocorre que os brasileiros fomentaram no século passado um sincretismo bastante coerente entre Ọ̀ṣọ́ọ̀sí e os caboclos de pena e os de couro. O caboclo de pena é o índio brasileiro, também caçador; enquanto que o caboclo de couro é o boiadeiro, o vaqueiro, o cuidador de bois. A associação foi tamanha a ponto de surgir na umbanda um caboclo chamado Oxóssi. Além disso, Ọ̀ṣọ́ọ̀sí seria o patrono de uma legião de caboclos chamados caboclos de Oxóssi. É importante ressaltar que os caboclos são espíritos de brasileiros que já viveram no Àiyé (dimensão física), e são, portanto, ancestrais, não divinizados, porém, encantados. Eles se relacionam com a natureza, recebendo nomes de animais, plantas ou outros elementos naturais, fato que os aproxima coerentemente dos Òrìṣà yorubá. Nesta perspectiva, Ọ̀ṣọ́ọ̀sí, que é um ọdẹ ligado às florestas, conhecedor dos segredos das matas e dos animais que lá vivem, recebeu da umbanda esta associação pertinente com os chamados caboclos de pena, estes também ligados às florestas, caçadores e também conhecedores das matas e animais que nelas vivem. Quanto aos assim chamados caboclos de couro, a associação também é fácil, tendo em vista que há “caminho” de Ọ̀ṣọ́ọ̀sí que usa roupas de couro e com a mesma finalidade, ou seja, a proteção para o corpo durante a caminhada.

Esta explicação nos diz que, com a popularidade dos caboclos de pena e do couro cultuados pela umbanda e por grande parte das religiões afro-brasileiras, a imagem de Ọ̀ṣọ́ọ̀sí ganhou imensa popularidade, apesar de os candomblés tradicionais, as casas matrizes, não efetivarem culto a estes ancestrais brasileiros.

 

caboclo oxossi

Imagem do Caboclo Oxóssi na tradição afro-brasileira.

 

boiadeiro

Caboclo Boiadeiro (de couro),  na tradição afro-brasileira.

 

Fartura não é acúmulo de capital, mas...

 

Por fim, mas não menos importante, é necessário destacar o domínio de Ọ̀ṣọ́ọ̀sí sobre a prosperidade. Sendo ele um provedor mitológico da caça, alimento essencial dos antigos yorubá, o atributo da fartura, da riqueza lhe coube de forma bastante inconfundível. Assim, diante da realidade de que a sociedade brasileira, bem como a ocidental em geral, é essencialmente capitalista, não é difícil aferir que pelo menos parte da popularidade deste Òrìṣà se deu/dá à intensificação deste sistema econômico-cultural.

 

Recordemos, então, que a implantação do culto aos òrìṣà no Brasil se deu no auge da Revolução Industrial na Europa, a qual fomentou o capitalismo moderno ocidental a ponto de este se constituir como o sistema econômico vigente, suplantando definitivamente os vestígios do feudalismo. Adiante, como o passar do tempo e a irrestrita sedimentação do sistema capitalista em nossa sociedade, os Òrìṣà que nas suas verves, propiciem prosperidade, riqueza e projeção social, naturalmente ganhariam popularidade acima da média entre as divindades do panteão afro-brasileiro. Além de Ọ̀ṣọ́ọ̀sí, podemos concluir também que Èṣù também tenha sido pautado por esta explicação, tendo em vista sua popularidade sabidamente ser maior que a do próprio Ọdẹ.

 

Acredita-se então, que estes três fatores, histórico, religioso e econômico-social, perfizeram a popularidade do mais querido dos Òrìṣà no Brasil. Mas esta pesquisa, é claro, não se esgota.

 

Escultura de Ọ̀ṣọ́ọ̀sí na Nigéria.

 

O nome

 

O nome Ọ̀ṣọ́ọ̀sí é uma derivação linguística da palavra ọ̀ṣọ́wusì (o guarda-noturno é popular), tendo em vista que os ọdẹ eram os únicos permitidos a usarem armas na proteção das cidades. O mito a seguir explica esta origem:

 

Um muito popular ìtàn diz que todos os anos, para comemorar a colheita dos inhames, o rei de Ifẹ oferecia aos súditos uma grande festa. Num determinado ano,  a cerimônia transcorria normalmente quando então um pássaro de grandes proporções pousou nos telhados do palácio. O pássaro era monstruoso e emitia um som apavorante. O povo de Ifẹ, assustado, perguntava sobre sua origem. A ave fora enviada pelas Àjẹ́, as Ìyàmi, ofendidas por não terem sido convidadas. O pássaro ameaçava o desenrolar das comemorações e o povo corria aterrorizado. O Ọ̀ni de Ifẹ mandou, então, chamar os melhores caçadores do reino para abater a ave.

 

 

 

De Idó, veio Ọ̀ṣọ́tògúm com suas vinte flechas. De Móré, veio Ọ̀ṣọ́tojí com suas quarenta flechas. De Ìlàré, veio Ọ̀ṣọ́tódótá com suas cinquenta flechas. Prometeram eles ao rei acabar com o perverso bicho ou perderiam suas próprias vidas. Nada conseguiram.  Os três ọdẹ gastaram suas flechas, fracassaram e foram presos por ordem do rei.

 

Finalmente, de Irema, veio Ọ̀ṣọ́tokanṣoṣó, o caçador de uma flecha só. Se fracassasse, seria executado junto com os que o antecederam. Temendo pela vida do filho, a mãe do caçador foi ao bàbáláwo que, através do oráculo de Ifá, recomendou que ela deveria fazer um ẹb (oferenda), para agradar as feiticeiras. A mãe de Ọ̀ṣọ́tokanṣoṣó sacrificou então uma galinha para as àjẹ́. Nesse momento, Ọ̀ṣọ́tokanṣoṣó tomou seu ọ̀fà (arco e flecha), apontou-o atentamente e disparou sua única flecha acertando a ave em cheio, no peito e a matou. O sacrifício havia sido aceito e as Ìyàmi estavam apaziguadas. O caçador recebeu honrarias, os caçadores presos foram libertados e todos festejaram. Todos cantaram em louvor a Ọ̀ṣọ́tokanṣoṣó que ficou muito popular. Cantavam em sua honra, chamando-o de ọ̀ṣọ́ wusì, que quer dizer "o guarda-noturno é popular”.  Com o tempo a palavra ọ̀ṣọ́wusì se alterou foneticamente para Ọ̀ṣọ́ọ̀sí.

 

Gravura de Carybé sobre o ataque do pássaro-monstro.

 

Ọ̀ṣọ́ọ̀sí também é chamado de Àṣẹ̀ṣẹ̀ (origem das origens), por conta de uma interpretação de que ele nos trouxe ao mundo: “Ọdẹ arole lo bì wá”.

O local de origem deste Òrìṣà é Ikija nas proximidades de Ìjẹ̀bu Ode. Lá, seu assentamento, seu àṣẹ, se dá num arco e flecha de ferro.

 

 

Ijebu-Ode

Mapa com a localização exata de Ikija nas proximidades de Ìjẹ̀bu Ode.

 

Ibúalámọn, Erinlẹ̀ ou Inlẹ̀

 

Ibúalámọn é um Òrìṣà tanto das matas quanto das águas. Este caminho de Ọ̀ṣọ́ọ̀sí é o pai de Lógun Ẹ̀d junto com Ọ̀ṣun Ipọ̀ndá. Também conhecido como Erinlẹ̀ ou Inlẹ̀, é certamente um dos caminhos mais interessantes deste Òrìṣà.

O culto de Erinlẹ está centrado ao redor do Rio Erinlẹ, afluente do Rio Ọ̀ṣun, que atravessa a cidade de Ìlóòbú (Ilú Òbú ou cidade do Òbú que é um tipo de giz nativo, ẹ́fun, comestível e usado para temperar comida. Era um dos temperos principais antes do sal). Ìlóòbú fica localizada ao sul da Nigéria Ocidental, na estrada de Ògbómọ̀ṣọ́ para Òṣogbo, aproximadamente 16 km a oeste de Òṣogbo.

 

Ele é a divindade padroeira desta cidade, um centro de comércio que está em uma área de savana habitada principalmente por yorubá. Seu templo principal é mesmo em Ìlóòbú, onde dois cultos teriam se misturado: o culto do rio e o do caçador de elefantes que, em diversas ocasiões, viera ajudar os habitantes da cidade a combater seus adversários.

Erinlẹ quer dizer “Terra de Elefante” (erin = elefante / ilẹ̀ = terra), ou "Terra do Elefante."

 

Ìlóòbú

Mapa com a localização exata de Ìlóòbú.

 

awo (segredo) do culto se chama òkúta-Erinlẹ. O òkúta-Erinlẹ é o recipiente tradicional para guardar os òkúta desta divindade, do seu culto. Trata-se de potes fechados no quais se guardam seus àṣẹ. Durante seu festival, em Ìlóòbú, sacerdotes trazem com eles seus awo e dançam em procissão. Quando o transe ocorre, Erinlẹ dança com os òkúta-Erinlẹ no alto de sua cabeça.

Ibúalámọn, Erinlẹ̀ ou Inlẹ̀, usa roupas e chicotes de couro, a bílalà. Também carrega ọ̀fà (arco e flecha), braceletes e pulseiras do mesmo metal de seus assentamentos.

Pois bem, Ibúalámọn é a parte mais profunda do Rio Erinlẹ̀, o qual ganhou esse nome por conta da injustiça da qual ele foi vítima e a qual descrevemos no ìtàn a seguir:

 

Erinlẹ̀ foi acusado de ser um falso caçador. Seus inimigos, sedentos de inveja de seu sucesso em caçadas, relataram ao rei de Ìlóòbú que Erinlẹ̀ não era um caçador. Diziam que ele roubava cabras e ovelhas do rei, levava-as  para a floresta onde as matava e tirava-lhes as peles, trazendo somente as carnes para distribuir com os cidadãos para vangloria-se de ser um grande caçador. O rei, furioso, chama Erinlẹ̀ e o faz passar por uma vergonha pública. Erinlẹ̀, por sua vez, prova a todos que suas caças são animais selvagens sim, jogando sobre os pés do rei as peles de antílopes, macacos e veados que ele mesmo caçou e que as usava como proteção para o corpo nas florestas (daí o fato de ele usar roupas de couro). O rei o reconheceu como grande caçador, porém, triste com a calúnia sofrida, Erinlẹ̀ retirou-se da cidade e foi para a beira de um rio afluente do Rio Ọ̀ṣun, pedindo para que a divindade o aceitasse. Ọ̀ṣun o aceita e ele passa a comandar o domínio daquele afluente que passa a se chamar Rio Erinlẹ̀, situado às margens da cidade de Ìlóòbú. Este rio passou a receber todos os anos presentes e sacrifícios do rei de Ìlóòbú e de seus moradores. A parte mais profunda do rio era o local mais importante do culto e daí surgiu o título de Ibúalámọn.

 

Rio Erinle

Rio Erinlẹ, afluente do Rio Ọ̀ṣun.

 

Opa Ibúalámọn

O Opa Ibúalámọn

 

Ọ̀ṣọ́ọ̀sí e Òsányìn

 

Como chefe e patrono dos caçadores, Ọ̀ṣọ́ọ̀sí se mantém a maior parte do tempo nas florestas e, no contato com Òsányìn, senhor da floresta, aprendeu o uso terapêutico das folhas, tornando-se um bàbá ewé, como diz a cantiga a seguir: 

 

Oló tóbi ewé, tóbi ewé, tóbi ewé, bàbá

Oló tóbi ewé, oló tóbi ewé, bàbá

 

Tradução:

 

Grande Senhor dono das folhas, dono das folhas, dono das folhas, pai

Grande Senhor dono das folhas, Grande Senhor dono das folhas, pai

 

Há um ìtàn que conta sobre esse contato entre Ọ̀ṣọ́ọ̀sí e Òsányìn, porém, tamanha foi a deturpação deste mito na diáspora, que não nos foi possível recolhê-lo de fonte segura. Permanece a Ìwé Ìmọ em dívida sobre esta questão.

 

Continuando na sua mitologia, sabe-se que Ọ̀ṣọ́ọ̀sí é considerado filho de Apáòká, uma entidade fitomórfica cultuada numa jaqueira e seria irmão de Ògún, com o qual aprendeu os segredos da caça e da vida. Ògún seria, então, o responsável pela sua formação de ìwà (caráter).

 

Apaoka

 Apáòká, a jaqueira.

 

Em terras yorubá lhe são oferecidos àkàrà (bolinho de feijão frito), ẹ̀wà (feijão fradinho), àgbàdó (milho), ọgẹdẹ (banana), iṣu (inhame). Tudo assado e misturado com epo pupa (azeite de dendê). Seus principais èèwọ são oyin (mel) e orí ẹran (cabeça dos animais).

 

Ọ̀ṣọ́ọ̀sí sustenta os títulos de Ọlọ́dẹ (senhor da caça), Ọba Igbó (rei da floresta) e Alákétu (rei de Kétu).

 

Alákétu

O Alákétu, por volta de 1900 

 

Em Savè, devido a sua baixa estatura, Ọ̀ṣọ́ọ̀sí é chamado de ọdẹ kékeré, pequeno caçador, como confirma o cântico a seguir:

 

Òkè Kékeré ọdẹ, òkè!

Kékeré ọdẹ

 

Tradução:

 

Grande pequeno-caçador, grande!

Pequeno caçador

 

Observem que a cantiga relata que, apesar de sua baixa estatura, ele é “grande”, metaforicamente se referindo a sua capacidade, não tendo relevância sua altura.

 

 

Oriki:

 

Ọdẹ oníjà

Ṣeṣe lẹhin aṣo

Ee kò po de

Oju li o ri ẹgbin kò fọ

Ọjọ pọ iya má bi

A keré tọgbonṣinon

Ọdẹ kò tọ ku agbanli

O si idi bata leri ebe

Ọdẹ nwo mi ẹro nbá mi

 

Tradução:

 

Caçador batalhador

Ọ̀ṣọ́ọ̀sí corre atrás do malfeitor

Aquele a quem se prende com a corda não morre de sujeira

Olhar uma infelicidade não estraga o olho

Não se vomita o sofrimento

Ele é pequeno, mas é inteligente

Caçador não atira na corça morta

Ele se senta no campo de outro

O caçador me olha e sinto medo

 

 

Segundo José Beniste, infelizmente, seu culto teria sido praticamente extinto quando da destruição da antiga Kétu em meados Século XVIII.

 

Òkè Aro Ọdẹ!

Ọdẹ oníjà!

 

 

Caçadores de "ontem" e de "hoje": 

 

 

 

Texto, yorubá e traduções de Gill Sampaio Ominirò.

Bibliografia:

ABRAHAM, R. C. Dictionary of Modern Yorubá, Londres, 1946;

BENISTE, José. Àwọn Omi Òṣàlá, 2ª ed., Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2003;

___________. Dicionário Yorubá-Português, 2ª ed., Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2014.

FONSECA. Eduardo, Dicionário Yorubá (nagô) – Português, 2ª ed. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1993.

VERGER, Pierre Fatumbi, Notas sobre o culto aos orixás e voduns, 2ª ed. São Paulo, Edusp, 2000.

 

Comentários

Rafa em 24/06/2017 15:25:00
Adorei seu site , tem explicações historicas, tem uma forma de interação, esta de parabens !!! que Olodumare e todos Orisas lhe abençoe .
Andre Kuellez em 25/07/2016 18:40:15
Gostei muito do texto..super interessante.Gostaria que vocês falassem também sobre outro caminho,o de Dana Dana...quase não se fala sobre esse odé...obrigado.
Marcos Ferreira em 30/05/2016 18:46:20
Parabéns pelo belíssimo estudo. Agradecido pela explanação e os Itans.
Lucília Silva em 30/05/2016 02:42:40
Adorei o texto. Muito revelador e explicativo. Como filha de Odé, me tirou muitas duvidas. Asé!
Maria José em 28/05/2016 18:38:47
Parabéns adorei que ia saber sobre Ode Aquelas e ode shewe
Paulo Roberto Fonseca em 28/05/2016 09:06:04
Bom dia, sou de religião, tenho vasa de Umbanda & Nação, e também sou formado em História, pela Universidade do Rio Grande (FURG), e sempre enquanto historiador minha linha dd pesquisa foi acerca das religiões de matriz africana, gosy de parabenizar ao autor por esta matéria excelente. Meu axé à todos.
Rainer Kruppe em 27/05/2016 07:24:39
Parabéns! Texto coerente e sério ajudando a esclarecer alguns mitos de forma clara e com embasamento!

Rosemary Gil em 26/05/2016 20:55:40
Parabéns!
Boa pesquisa.
Luis leal em 23/05/2016 01:31:23
parabenizo à pag e aos demais envolvidos na publicação desse material que é sem sombra de dúvida muito inrequecedor .
Diogo em 10/06/2015 21:24:59
Excelente material. Muito construtivo para expandir cada vez mais nossos conhecimentos sobre a religião. Muitas informações importantes e novas pra mim. Parabéns a página!

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